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COMANDANTE DO EXÉRCITO RECLAMA DO GOVERNO DO SENADO
Já Carvalho considerou "surreal" a falta de munições e relatou que os projetos do reator nuclear e do enriquecimento de urânio da Marinha estão "estagnados" e em "estado vegetativo". Todos os três comandantes alertaram que, se não houver aumento de recursos, as Forças Armadas correm risco de não conseguirem se recuperar no futuro. O general Albuquerque relatou que os militares do Exército só contam com 43 dos 227 itens de uma farda. "O uniforme para ir à rua não é mais distribuído", contou. Segundo o comandante, a idade média dos veículos do Exército é de 20 anos. "Quem dos senhores tem um carro particular com 20 anos e faz uma viagem com a certeza de que chegará?" Durante a reunião, o vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, defendeu proposta de emenda constitucional, em tramitação no Congresso que garante 2,5% do PIB para as Forças Armadas. Atualmente, Exército, Marinha e Aeronáutica gastam 1,5% do PIB. A reunião contou com poucos senadores. No início do encontro, apenas seis senadores estavam presentes. Os três primeiros a falarem usaram o microfone para pedir desculpas por terem de se retirar. O senador Saturnino Braga (PT-RJ), presidente da comissão, sugeriu o adiamento da reunião ou que se discutisse o problema numa outra reunião marcada para comemorar o Dia do Marinheiro. O general Francisco Albuquerque reagiu: "Algumas abordagens devem ser restritas. Estamos tratando de segurança nacional". A reunião, então, foi mantida e durou cerca de cinco horas. Leonencio Nossa |
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