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Mate-se ou renuncie, Presidente Luiz Ignácio Lulla da Silva. Não escolha a alternativa "paciência", com que V Exa exercitou a sua verve de camelô, debochando da Nação Brasileira e dos cinqüenta e tantos milhões de eleitores que o fizeram “esperança” de novos tempos. De fato, vieram novos tempos, pela volúpia de uma esquerda corrompida e dos seus asseclas que V Exa não mais reconhece como valores do modo petista de governar, pois foram apanhados com a boca na botija no modo petista de roubar. Foram da sua escolha e da sua intimidade os Josés (Dirceu e Genoíno), os Delúbios e toda a canalha que o secundava nesse seu desgoverno. Não escolha a “paciência”, pois que com ela V Exa nunca teve nenhuma vocação, haja vista o açodamento com que Lulla vestiu os mais variados chapéus, mascarando a falta de projeto de governo, sem falar na falta de vergonha de encobrir as intenções de socializar o país, como faz o seu ídolo Hugo Chavez na Venezuela, sob os auspícios do patrono de ambos, o provecto ditador Fidel Castro. Os chapéus são a sua marca registrada de camelô, que vende, desde roupa usada de líder populista de terceira categoria, até a sua alma vermelha, alimentada na vagabundagem da liderança de sindicatos. Mate-se, Lulla! A História, pela deturpação dos fatos, que é especialidade dessa mídia, talvez o torne um herói e faça os pósteros considerarem-no um homem sem mácula, mesmo que nós, os atuais, o considerem um sem-vergonha, que há muito, antes de ter ascendido ao poder, era sustentado, sem trabalhar, por esquemas até hoje não explicados. Mesmo assim, nesta Nação desmemoriada, Lulla seria o grande mártir da esperança. Renuncie, Lulla, como forma de abandonar um barco que naufraga pelo tamanho do roubo e pela super lotação dos ladrões embarcados. Caia fora para não se afogar no mar de lama que encobre o seu desgoverno. O seu discurso não engana mais ninguém. O que prefere V Exa, ser taxado de inocente ou de corrupto? A sua inocência é mais frágil do que a de mulher de bordel; já é, assim, a opinião da maioria da sociedade brasileira. Resta-lhe a saída honrosa, exorcizando a pecha de corrupto. Pode ser que alguém venha a acreditar nisso. Tem gente que acredita até em mulla-sem-cabeça. Renuncie, antes que as “elites” descubram o que V Exa e as pessoas que o cercam fazem com os chamados cartões de crédito corporativos... Eu, hein? O que é mais
importante, no momento, é o que aponta a sociedade brasileira.
Ou o dedo de dom Lulla aperta o gatilho ou empolga a caneta com que
oficializa a renúncia. Os homens de verde já fizeram a diferença... Farão de novo, não tenho a menor dúvida. Por:
Paulo Carvalho Espíndola |
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