OLGA
Olga Benário pode até ser uma heroína comunista mas heroína brasileira, nunca.
Olga, que era alemã, participou, em1928, da libertação, a mão armada, do seu amante, prisioneiro, também comunista, Otto Braun, e retirou-o de dentro de um Tribunal de Justiça Alemão. Então, Olga passou a ser procurada pelo Governo Alemão, o que pressupunha um futuro pedido de extradição, caso ela saísse da Alemanha..
Após este crime ousado, Olga fugiu para a União Soviética, de onde, em 1934, foi mandada com Prestes para o Brasil, para ajudar a organizar a Intentona Comunista que eclodiu em novembro de 1935 e, sendo uma mulher inteligente e bem informada, já sabia que, se fosse presa, poderia ser extraditada de volta para a Alemanha. Naquela revolta, os militares comunistas, chefiados por Prestes e Olga, assassinaram companheiros de farda, até os que dormiam, um dos mortos, pai do Jornalista Dorian Sampaio, daqui do Ceará. Ao final, Prestes e Olga foram derrotados nas armas e, também, moralmente, porque comandaram assassinatos e Traição, Prestes, principalmente, por ser brasileiro.
Vejam as coincidências e contradições que marcam os fatos que se seguiram à Intentona: - Olga ficou grávida pouco depois da Intentona, provavelmente, no mês de fevereiro de 1936, já que a sua filha nasceu em novembro de.1936; – Olga, torturada e entregue à GESTAPO pelo Governo Vargas como afirmam os comunistas, mesmo assim, Prestes apoiou Getúlio na primeira oportunidade. Será que Olga e Prestes usaram o dom sublime da maternidade para tentar impedir a extradição de Olga?
E mais; segundo o que os noticiários da Imprensa dizem e mostram, Olga escreveu uma belíssima carta para Prestes, quando se encontrava presa num campo de extermínio de judeus, carta esta que, se verdadeira, põe por terra tudo o que existe registrado sobre a violência e o isolamento dos prisioneiros, nos campos de concentração nazistas.
O que fez a alemã Olga pelo Brasil a não ser trazer mentira, vergonha e mortes?
Bayma Kerth Cel EB 100163020-9
Colaboração: José Batista Pinheiro