PAREM
DE MENTIR!
Matéria
publicada no livro - "A Verdade Sufocada - A história
que a esquerda não quer que o Brasil conheça"
- 2ª edição revista e atualizada - do Coronel
Carlos Alberto Brilhante Ustra
No
final de junho de 2006, a mídia publicou, com grande
destaque, a identificação das ossadas de Luiz
José da Cunha, o “Crioulo”.
“Crioulo”
após ter regressado de Cuba, onde fez curso de treinamento
de guerrilha, destacou-se como um militante de grande prestígio
na ALN, organização terrorista a que integrou,
quando, em 1973, foi um membro do Comando Nacional.
No
dia 29/06/2006 o Correio Braziliense publicou a seguinte matéria:
“A
Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos anunciou
ontem a identificação, por amostras de DNA, da
ossada do guerrilheiro Luís José da Cunha, mais
conhecido como “Crioulo”, da Ação
Libertadora Nacional (ALN). Emboscado em Santo Amaro, zona sul
de São Paulo, por uma equipe do Destacamento de Operações
de Informações e Centro de Operações
de Defesa Interna (DOI-CODI). “Crioulo” foi morto
em junho de 1973 e enterrado como indigente no Cemitério
de Perus, na zona oeste da capital paulista.
Os
autos da autópsia, recuperados pela Comissão de
Mortos em 1995 revelaram que ele foi “brutalmente torturado
até a morte e teve a cabeça arrancada para dificultar
a identificação, só possível agora
com os avanços da medicina legal”, segundo o presidente
da comissão Marco Antonio Barbosa.
Nos
arquivos do regime militar, o laudo original, assinado pelo
médico Harry Shibata, descreve a morte como conseqüência
de um tiro em confronto com a polícia. “Só
a autoria já colocava o laudo sob suspeição
e agora fica provado que era mais uma farsa”, disse Barbosa,
ao lado da viúva de “Crioulo”, a também
ex-militante da ALN Amparo Araújo. “Os ossos foram
localizados há 15 anos durante as escavações
no cemitério, para onde a Oban, destinada a eliminar
inimigos do golpe militar, mandava as vítimas. A maior
prova de que ‘Crioulo’ foi submetido a tortura,
como demonstra o segundo laudo determinado pelo governo, é
que, na foto cadavérica, aparecem 11 lesões graves,
típicas de suplício, só no rosto dele.”
A
respeito da morte de Luís José da Cunha, “Crioulo”,
os fatos assim se passaram:
Durante uma ronda realizada por uma Turma de Busca e Apreensão
do DOI, às 14 horas e 30 minutos do dia 13/07/1973, na
altura do nº 2000 da Avenida Santo Amaro, foi observado
um indivíduo com as mesmas características dele.
Montado um esquema para deter o suspeito, foi-lhe dada voz de
prisão, tendo ele reagido violentamente, abrindo fogo
com uma pistola automática, tentando furar o cerco. Após
intenso tiroteio, o suspeito caiu ferido, vindo a falecer quando
era transportado para o Pronto Socorro Santa Paula. O morto,
confirmadas as suspeitas, era Luís José da Cunha
e na ocasião portava documentos falsos com o nome José
Mendonça dos Santos. Na tentativa de fuga, ele tentou
se apoderar do carro onde estavam duas moças - Silvia
Maria B. Prata, RG 6.094.658, e Patrícia Maria Ernesta
Cennacchi. Nessa tentativa, “Crioulo” atirou nas
moças, ferindo-as levemente. As duas foram socorridas
no Pronto Socorro Santa Paula. Como nunca foi preso e nem interrogado,
seu aparelho, que era situado na rua Bom Pastor nº 2326,
bairro do Ipiranga, São Paulo/SP, só foi localizado
no dia 19 de janeiro de 1974. Nele foram encontrados documentos
falsos com os nomes de Luís de Oliveira, Oswaldo de Almeida,
Antonio Milton de Morais, cinco recibos de entrega de Declaração
de Rendimentos e duas vias do CIC nº 413841488, em nome
de Luiz de Oliveira. A Receita Federal foi avisada para dar
baixa desses nomes falsos, declarados por “Crioulo”.
Luís José da Cunha foi enterrado no Cemitério
de Perus com o nome falso que usava, em uma cova identificada.
Sua morte foi publicada com destaque na imprensa. O Jornal da
Tarde , de São Paulo/SP, no dia 14 de julho de 1973,
um dia após a sua morte, publicou extensa matéria,
onde consta o nome verdadeiro de “Crioulo”.
Como a família não procurou os restos mortais
desse dirigente nacional da ALN, dentro do prazo legal, seu
corpo foi exumado e transferido para o ossuário do cemitério.
É
cômica, ridícula e sem nexo a afirmativa do presidente
da Comissão de Mortos de Familiares e Desaparecidos,
Marco Antonio Barbosa, de que ele teve a cabeça arrancada
para ser dificultada a identificação e sepultado
como indigente.
Não param de mentir.
Mentem com desfaçatez e sob o embalo de parte de uma
mídia que lhes dá respaldo, como se o Brasil fosse
o feudo de suas mentiras e como se o povo brasileiro, por insensatez
ou por entorpecimento, ainda fosse refém dessas bazófias.
Digo ainda, pois que este livro se propõe a desmascará-los.
A Verdade Sufocada já resgatou muita coisa desse jogo
sujo. Este é mais um episódio, cuja veracidade
que apresento eles não terão como contestar, pois
não têm como sustentar suas indignidades.
Nota:
O autor foi comandante do DOI/CODI/II Ex no período de
29/09/1970 a 23/01/1974
TERNUMA
BRASIL
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LANÇAMENTO
DE LIVRO NO CLUBE MILITAR
A
VERDADE SUFOCADA Sua presença é importante. Vamos
prestigiar nossa gente. Abraço do Pimentel
O Presidente do Clube Militar, Gen Ex Gilberto Barbosa de Figueiredo,
tem o prazer de convidar V. Exa. / V.Sa para a tarde de autógrafos
em que será lançado, no Rio de Janeiro, o livro
A Verdade Sufocada - a história que a esquerda não
quer que o Brasil conheça, de autoria do Cel Carlos Alberto
Brilhante Ustra. O autor discorre sobre um período controverso
da história recente do Brasil derrubando mitos e repondo
verdades históricas, cujos teores têm sido sistematicamente
omitidos ou distorcidos pela midia nacional. O evento será
realizado no dia 09 de agosto de 2006, às 17:00 horas,
no Salão Nobre (Sala Tuyuti) do Clube Militar, à
Av. Rio Branco, 251 - 5º andar - Sede Principal.
Informações
: (21) 2524-9383 Ramal 215 / 290
Enviada
por Cabu