ARMAS: ATAQUES DA ONU
Entre
26 jun e 07 jul ocorreu mais uma armação totalitária
na ONU, em Nova York. O objetivo, quase oculto, era reduzir drasticamente
o comércio de armas e munições e, conseqüentemente,
o direito a tê-las e portá-las. E foi revelado e derrotado.
Por isso, pouco ou nada se verá na mídia a respeito.
O título oficial era "Conferência
da ONU para Revisar o Progresso Feito na Implementação
do Programa de Ação para Erradicar o Comércio
Ilícito de Armas Portáteis e Leves em Todos os Seus
Aspectos", uma continuação da "Conferência
da ONU Sobre o Comércio Ilícito de Armas Portáteis
e Leves", de 2001. Cinco anos atrás o Governo Bush foi
o grande obstáculo a restrições indevidas ao
comércio internacional de armas e, principalmente, a qualquer
medida que limitasse o comércio, a posse ou o porte de armas
legais dentro de cada País. E, novamente, os Estados Unidos
tomaram a dianteira na defesa dos direitos dos cidadãos de
todos os países. Eles deixaram claro, desde a abertura deste
evento, que garantiriam a Segunda Emenda à sua Constituição
(que estabelece o direito do povo a ter e portar armas) e se oporiam
a proibições ao comércio internacional de armas
e munições.
Com o apoio de alguns outros países e de
organizações de defesa de cidadãos, isto foi
fundamental para o que ocorreu: o total fracasso da Conferência,
do ponto-de-vista dos desarmamentistas e totalitários que
pretendiam tornar a população mundial indefesa diante
de criminosos de todos os tipos. Não houve nem mesmo um relatório
final do evento. Simplesmente, no dia 7 jul, os trabalhos foram
encerrados. Agora só se lêem os lamentos de figuras
como Kofi Annan, Secretário-Geral da ONU, e Rebecca Peters,
uma das chefes da Iansa (entidade antiarmas apátrida), financiada
pelo investidor predatório George Soros. Ambos, e outros
como eles, dizem que gostariam de impor restrições
draconianas à posse de armas, incluindo as portáteis
(as que podem ser transportadas e operadas por uma só pessoa,
de revólveres a fuzis automáticos), vistas como especialmente
ruins. O que realmente queriam era impedir a legítima defesa
de cidadãos contra criminosos e tiranos. A munição
também era um item de controle, por ser mais fácil
restringir sua fabricação e comércio do que
tentar recolher as armas já existentes.
É importante ressaltar que a ONU, SoudaPaz,
VivaRio, divulgam dados contrários à legislação
brasileira. O R-105, Regulamento para a Fiscalização
de Produtos Controlados, emitido pelo Exército Brasileiro,
que é a autoridade regulamentadora de armas no Brasil, especifica
que armas empregadas em ações militares devido ao
seu poderoso efeito destrutivo sobre o alvo e geralmente ao uso
de poderosos meios de lançamento ou de cargas de projeção
são armas pesadas.
Portanto, lançadores de granadas e mísseis,
morteiros, canhões antiaéreos etc, são armas
pesadas no Brasil. Pistolas, revólveres, espingardas, carabinas,
fuzis, metralhadoras, de qualquer calibre ou modelo, são
armas leves. Querer misturar as duas categorias é mera manobra
para confundir o debate e demonizar o cidadão. Não
se pode comparar uma barragem de morteiros de 81 mm ou uma rajada
de um lançador automático de granadas de 40 mm com
o disparo de uma carabina ou pistola semi-automática usada
em legítima defesa. Mas é isto que os apátridas
capitulacionistas estrangeiros e nacionais querem fazer crer. Tudo
para reforçar o poder de bandidos, terroristas e totalitários
diante de um povo desarmado e acuado pela retórica.
A ONU não parou suas tentativas de agir.
Foi vetada a realização de novos eventos antiarmas
até 2012. Contudo, em nov deste ano, o "grupo intergovernamental
de entendidos" será reunido para tratar das restrições
a armas e munições, com o apoio da Iansa e outros
grupos anti-cidadão. Ou seja, devidamente derrotados no debate,
querem agir nas sombras e empurrar o assunto para a frente de qualquer
modo.
A vitória dos cidadãos no referendo
de outubro de 2005 no Brasil é uma espinha na garganta dos
antiarmas. Pela primeira vez um povo foi consultado, em plebiscito
ou referendo, sobre as armas, e 63% dos votantes decidiram manter
seu direito de acesso a armas legais e suas munições.
Isto é tudo que a ONU, George Soros, a Iansa, Rebecca Peters,
o Partido Democrata dos EUA, e seus esbirros brasileiros, como SoudaPaz
e VivaRio, mais temem: um povo que queira ter os meios para se defender.
O resultado do referendo foi malbaratado. Era a
ideal oportunidade para ações legislativas que retornassem
o Brasil a uma situação normal na qual o cidadão
tivesse respeitado seu direito de ter e portar armas para defender
a si, a seus familiares e a sua propriedade. Infelizmente, os parlamentares
deixaram a oportunidade e o mandado a eles dado pelo eleitor serem
desperdiçados.
A própria campanha pró-cidadão
foi movida de forma tímida, com um tema que, embora positivo,
limitou-se à questão da compra de armas, sem se referir
ao direito ao porte. Várias vezes a lei de desarmamento foi
elogiada, por ser “rigorosa”, por “dificultar”
o acesso legal às armas. Isto criou uma situação
anômala que foi notada e usada pelos antiarmas, que a usarão
em novas tentativas de desarmar o brasileiro povo.
A imprensa deturpa o assunto. Nota-se um total desinteresse
de jornalistas em entender um mínimo de armas, cometendo
erros que seriam inaceitáveis em outras áreas, como
esportes, política ou economia. A legalidade ou ilegalidade
das armas usadas em crimes, os direitos das pessoas, tudo é
ignorado em subordinação a uma campanha pela incapacidade
de defesa.
O governo federal age contra os cidadãos
brasileiros quanto às armas. É uma questão
estratégica já iniciada por FHC, que trouxe para o
Brasil, artificialmente, o tema do desarmamento civil, juntamente
com a demolição das Forças Armadas e a contenção
das Polícias. Completou o programa a campanha sistemática
de rendição ao crime (Não reaja!), com o requinte
de se explicar às pessoas como melhor cooperar com ladrões,
e a cada vez maior leniência para com o crime e os criminosos.
Tudo isso foi acelerado no governo Lula, com a própria lei
de desarmamento passando da draconiana 9.437/97 para a tirânica
10.826/03.
Cabe a nós, cidadãos, protestarmos
contra tais atos apátridas, anti-nacionais e anti-povo, e
contra a cumplicidade de nossos governantes, escrevendo a ocupantes
de cargos públicos, mormente diante próximas eleições,
à imprensa, a nossos amigos e familiares, e em pessoa, de
forma individual ou em manifestações. Temos ainda
de ver o julgamento, no STF, de todas as ADIns que pedem a declaração
de inconstitucionalidade da lei de desarmamento 10.826.
Fonte: APADDI: Associação
Paulista de Defesa dos Direitos e das Liberdades Individuais.
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