|
POLICIAIS QUEREM CONCESSÃO DO PORTE DE ARMA NACIONAL
Rio
de Janeiro
Preocupados
com a quantidade máxima de munição que podem
comprar - de 300 por ano caiu para 50 - além da obrigação
de terem que pagar pelo registro de suas armas particulares e ainda
ter que pagar para autenticar cópias de suas carteiras funcionais,
policiais federais, rodoviários federais, civis e militares
- dentre eles delegados e oficiais - criaram a Associação
Nacional dos Policiais Proprietários de Arma de Fogo, a ANPAF.
Leia
abaixo o texto
Um
dos fundadores da associação, o tenente da Polícia
Militar do Estado do Rio de Janeiro Melquisedec Nascimento, que
é presidente da Associação dos Militares Estaduais
(AMAE), diz que a ANPAF foi criada diante da preocupação
dos policiais federais, civis e militares face a novas propostas
da campanha do desarmamento.
"Não
é admissível o que estão querendo fazer. Um
policial civil do Estado do Rio, como outro Estado qualquer, é
policial 24 horas. Estando de folga e vendo uma ocorrência,
ele é obrigado a intervir. Porque o governo quer dificultar
o uso de armas para os policiais", indaga o oficial. Segundo
ele, um policial de um Estado que for capturar um bandido em outro
Estado, pode ser preso e autuado por porte de arma, porque a carteira
funcional não tem validade para todo o território
nacional. "É necessário a união de todos
os policiais do Brasil para que possam reaver seus direitos como,
por exemplo", explicou. Para ele, a concessão do porte
de arma nacional para toda a categoria seria a solução
ideal.
Bartolomeu
Brito,
do DIA para o iG (editorultimosegundo@ig.com)
Colaboração: TENENTE
MELQUISEDEC NASCIMENTO
PRESIDENTE DA AMAE
www.amaerj.org
contato: melquisedec@amaerj.org
|