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CONTRA-REVOLUÇÃO
DE 31 DE MARÇO DE 1964 Estamos no quinto dia do mês de março, mês no qual a Organização Terrorismo Nunca Mais (TERNUMA) e tantas outras congêneres estão comemorando a vitória da Contra-Revolução de 31 de março de 1964. Como anunciamos ao final da PARTE IV, vamos citar os principais líderes desse movimento que derrotou de maneira fragorosa aqueles que pretendiam fazer do Brasil um satélite da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e tecer comentários sobre o apoio externo que o movimento teria recebido e o posicionamento da mídia. A Contra-Revolução teve líderes sérios, responsáveis e patriotas, tanto militares como civis, podendo-se citar dentre os militares, como os mais importantes, os Generais Humberto de Alencar Castelo Branco; Arthur da Costa e Silva; Amaury Kruel; Olímpio Mourão Filho; Luis Carlos Guedes; o Almirante Silvio Borges de Souza Mota e muitos outros. Quanto aos líderes civis, é possível citar os governadores Ney Braga do Paraná; Magalhães Pinto de Minas Gerais; Carlos Lacerda do Rio de Janeiro; Adhemar de Barros de São Paulo e Ildo Menaghetti do Rio Grande do Sul, além de outros. No entanto, posteriormente, a ambição e a vaidade política de muitas lideranças civis os conduziram ao confronto com o regime que se estabeleceu, o que levou a Contra-Revolução a cassar os direitos políticos de alguns deles por tempo determinado. Aspecto também interessante diz respeito às reportagens que vez por outra são publicadas, afirmando que 31 de março foi um movimento de preparação interna que contou com o apoio externo proporcionado pelos (EUA) Estados Unidos da América. São opiniões esparsas e sem nenhum dado comprobatório e nem mesmo de convencimento. Pura especulação! Assim, até o momento, o que é lícito entender é que havia, isto sim, uma grande preocupação dos EUA no que diz respeito aos rumos que o governo brasileiro tomava e o desejo e a torcida pelas mudanças desses rumos. Então, até que se prove ao contrário, o que cremos será difícil de acontecer, a Contra-Revolução de 1964 teve preparação e execução exclusivamente internas, não tendo contado com nenhum apoio externo como alguns jornalistas especulam, requentando reportagens, técnica muito utilizada pelas esquerdas para se manterem na mídia. Utilizam-se do princípio de que uma mentira repetida uma vez como verdade poderá permanecer mentira, enquanto que uma mentira repetida várias vezes, acaba por se transformar em verdade. É sempre bom insistir no fato de que a mídia hoje totalmente infiltrada pelas esquerdas, quer seja ela representada por adeptos da luta armada ou não para a tomada do poder, vive nos últimos tempos falseando a verdade, mentindo e criando fatos inexistentes. Outrora, por estar livre dessa infiltração, apoiou a Contra-Revolução por muito tempo. Para quem tiver dúvidas, basta ler os editoriais dos principais jornais da época, tais como o Correio do Povo, Estado de São Paulo, Folha da Tarde, Correio da Manhã e Jornal do Brasil, além de revistas. Na atualidade, a mídia também muito tem falado sobre as ações das Forças Legais, na maioria das vezes distorcendo os fatos, mas não demonstram nenhum interesse em investigar as ações de guerrilha e terrorismo, como os assassinatos, seqüestros de aviões e embaixadores, assaltos a bancos, a quartéis e outros, praticados por aqueles que hoje recebem indenizações faraônicas do Estado, às custas do contribuinte. Em verdade, pretendiam tomar o poder constituído e mudar o regime por intermédio do emprego da violência revolucionária.
Na PARTE VI: bombas explodiram em vários locais e seqüestros
de diplomatas foram realizados com o objetivo de trocarem os mesmos
por terroristas presos. CONTRA-REVOLUÇÃO
DE 31 DE MARÇO DE 1964
Estamos no sexto dia do mês de março, mês no qual
a Organização Terrorismo Nunca Mais (TERNUMA) e tantas
outras congêneres estão comemorando a vitória da
Contra-Revolução de 31 de março de 1964. Como anunciamos
ao final da PARTE V, vamos abordar hoje o assunto relativo às
explosões de bombas em vários locais e os seqüestros
de diplomatas. Trata-se de período triste e negro de nossa história e que foi imposto ao Brasil por grupos ideologicamente fanáticos. Muitos de seus membros estão hoje no poder, por conta de uma Anistia que a Contra-Revolução lhes concedeu. Citam-se como exemplos, por terem sido os primeiros de uma longa série, os três atentados à bomba ocorridos em Recife no dia 31 de março de 1966. Um artefato explodiu no Parque Treze de Maio; outro na residência do Comandante do então IV Exército e o terceiro foi encontrado em um vaso de flores na Câmara Municipal , sendo que este último falhou. Outros exemplos foram os três atentados também ocorridos em Recife no dia 25 de julho de 1966, sendo que duas bombas explodiram na Sede da União dos Estudantes e a terceira no Aeroporto dos Guararapes, esta fazendo um total de 17 vítimas, dentre elas militares, jornalista e crianças. Ainda tivemos muitos outros atos criminosos, como o assalto ao Hospital Militar de São Paulo, o atentado ao Quartel General do então II Exército, quando morreu o soldado Mário Kozel Filho, o assassinato do Capitão Chandler na frente de sua esposa e filhos ainda crianças, os seqüestros do Embaixador americano e o do Cônsul-Geral do Japão e por aí vai. E agora, para a revolta de muitos e, em particular dos que em cumprimento de missão, também com armas nas mãos, os combateram, esses criminosos estão sendo recompensados por seus crimes, por força de uma Anistia unilateral, e aí estão recebendo indenizações generosas. Como bem escreveu o Presidente João Figueiredo, em sua mensagem número 59 de 1979 ao Congresso Nacional, relacionada com a Lei de Anistia, “o terrorismo não é um crime político, pois ele não se volta contra o Governo, o Regime ou mesmo contra o Estado”. Mas no Brasil, mesmo os terroristas foram anistiados e ai estão, muitos deles ocupando cargos de destaque na vida nacional. O brasileiro de bem, que felizmente é a maioria, é assim mesmo, ultrabenevolente. Por outro lado, alguns críticos da Contra-Revolução alegam que a falta de canais para a manifestação dos opositores do novo regime foi que provocou o emprego da Luta Armada iniciada pelas esquerdas, o que é um grande engodo e eles sabem disso. A realidade, como já foi dito anteriormente, é que a preparação para o emprego da violência revolucionária teve início ainda em 1961, quando muitos militantes foram enviados para campos de instrução de países como a Rússia, China, Cuba, Argélia e Albânia, com o objetivo de instruírem-se am ações de guerrilha urbana e rural, ai incluídos atos de terrorismo. Então fica a pergunta. O que pretendiam esses comunistas ao realizarem cursos de guerrilha e terrorismo no exterior, senão a tomada do poder constituído por intermédio da Luta Armada? Em verdade, os canais para manifestação dos opositores ao Regime só deixaram de existir durante um pequeno espaço de tempo, após a decretação do AI-5 em 13 de dezembro de 1968. É importante que se diga que no Brasil existiu um regime de exceção sim, porém nunca uma ditadura na acepção da palavra. E tanto isto é verdade, que o Poder Judiciário funcionou e foi respeitado durante todo o tempo e o Congresso esteve em recesso por um pequeno espaço de tempo. Como os críticos do que falamos estão esquecidos por conveniência, devemos lembrá-los que luta armada é uma das formas de luta de classes, que consiste no emprego de meios violentos para a solução de conflitos sociais. Segundo os marxistas- leninistas, os trotskistas e demais segmentos de esquerda, nunca é uma iniciativa dos revolucionários, sendo sempre uma resposta do “proletariado” às ações do governo burguês que não quer se deixar depor. Empregando a violência revolucionária, a luta armada tem como objetivo “derrubar a burguesia”, tomar o Poder e implantar a “ditadura do proletariado”. Na parte VII: a assinatura do AI-5 não foi causa do emprego da luta armada pelas organizações terroristas e, sim, conseqüência.
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