Edição atualizada todas as terças-feiras

Seus direitos

Soberania Nacional
Segurança Nacional

 
Edições anterioes
 
 
SOBERANIA / seguranÇa NACIONAL
 

GRUPO ANHANGUERA AMAZÔNIA AMEAÇADA

" ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil"

O PT ENTREGA NOSSAS RIQUEZAS!!!!

um país cujas FORÇAS ARMADAS
estão sucateadas
não é um país respeitado

Articulado pelo jornalista Jávier Godinho, o jornal Diário da Manhã de Goiânia-Go, publicou um importante caderno especial com matérias voltadas ao problema da Amazônia, que é sua especialidade. O caderno teve ampla aceitação em Goiás e mesmo em outros pontos do País, tendo sido solicitados vários exemplares mesmo depois da publicação. O jornalista Jávier Godinho está agora chamando a atenção dos leitores do Diário da Manhã para a repercussão da matéria, até mesmo no site oficial do Exército, conforme abaixo exposto



Caderno do DM mostrado inteiro no site do Exército Jávier Godinho

O site do Exército Brasileiro na internet reproduz na íntegra, desde 4/11/2004, o caderno especial "Amazônia ameaçada", publicado pelo Diário da Manhã na edição do dia anterior. Quem acessa www.exercito.gov.br (basta seguir Notícias, Sala de Imprensa e A Imprensa Noticiou) pode ali ler o texto completo das oito páginas daquela publicação especial do DM - as cinco primeiras assinadas pelo jornalista Jávier Godinho, duas pelo editor de reportagem Ulisses Aesse e, na capa final, o artigo do editor geral Batista Custódio "A Amazônia é nossa, yes", uma carta aberta ao presidente Lula, sugerindo providências para evitar que as nações ricas tomem do Brasil mais da metade do seu território, justamente a parte mais rica em recursos naturais ainda intocados. É a primeira vez que um órgão de imprensa de Goiás aparece naquele espaço virtual das Forças Armadas. Além da sua distribuição normal, o jornal foi enviado ao Palácio do Planalto, a todos os ministros militares e civis, a todos os senadores e deputados federais, quartéis, entidades de oficiais da reserva e diversas outras instituições. A primeira página do caderno especial - "O plano de ocupação dos estrangeiros - Amazônia Ameaçada" - relata o encontro de Batista Custódio e Jávier Godinho com o general de brigada Marco Aurélio Costa Vieira, no seu gabinete de comandante da Brigada de Operações Especiais, em Goiânia. O militar mostrou o material que usa nas ilustrações de suas constantes palestras a entidades militares e civis, sobre o trabalho da unidade que comanda, a mais moderna do Exército, e sobre as ações das Forças Armadas na proteção da Amazônia, confirmando que grupos suspeitos das nações mais poderosas da Terra já se estabeleceram naquela região - são mais da metade das 600 ONGs que ali atuam. Além disso, do outro lado da fronteira, os Estados Unidos já implantaram 20 bases, a título de combater o narcotráfico e a guerrilha colombiana.


A tela do computador do general mostra o quadro "Estrangeiros na Amazônia", onde está registrado: "Aumento crescente nos últimos anos, deficiente controle, nível cultural elevado, presença de norte-americanos, europeus, bolivianos, colombianos e peruanos". Os pelotões de fronteira constituem praticamente a única presença do poder brasileiro, procurados por índios e caboclos em busca de assistência de toda espécie, sobretudo médica. O Brasil contra o mundo A segunda página mostra pronunciamentos de governantes dos paises do Primeiro Mundo, todos confirmando sua audaciosa cobiça sobre o território amazônico, devidamente catalogados pelo Exército Brasileiro: Margareth Tratcher, primeira-ministra da Inglaterra, em 1983: "Se os paises subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas". John Major, líder do Partido Conservador Inglês, em 1992: "As campanhas ecológicas sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa, que pode definitivamente engajar
intervenções militares diretas sobre a região". François Mitterrand, presidente socialista da França, em 1989: "O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia". Mikhail Gorbachev, presidente da Rússia, em 1992: "O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes". Henry Kissinger, secretário de Estado norte-americano, em 1973: "Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não-renováveis do planeta". Patrice Hugles, chefe do órgão central de informações das Forças Armadas Americanas, em 1998: "Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos de estar prontos para interromper esse processo imediatamente". Al Gore, vice-presidente e candidato à Presidência dos Estados Unidos, em 1989: "Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós".

Faltam recursos às Forças Armadas

Na página 3 está relatado que as Forças Armadas são a única presença certa do Estado brasileiro nas regiões de fronteira. Tudo mais é vago ou rarefeito. O governo federal, no entanto, longe está de provê-las do mínimo de recursos para missão tão difícil e absolutamente necessária à Nação. O Comando Militar da Amazônia, sediado em Manaus, conta com um efetivo aproximado de 22 mil homens, tendo como missão principal guarnecer o arco amazônico de fronteiras, com 11.248 quilômetros, acrescidos de 1.670 quilômetros de litoral, somando, portanto, 12.918 quilômetros. Vigiar com apenas 22 mil homens essa linha que corresponde a mais de oito vezes e meia a distância Goiânia-Rio de Janeiro, se é um ato de heroísmo é também missão impossível. No encarte A Amazônia, que circulou na edição de outubro de 2000 da Revista do Clube Militar, há uma revelação muito grave, que já deveria tersensibilizado a Presidência da República e o Congresso Nacional: nas condições atuais, tropas brasileiras não têm como se impor ao norte do Rio Amazonas. Conclusão: "É fundamental que a região ao norte do Rio Amazonas esteja, por antecipação, adequada e inteligentemente guardada para impossibilitar sua conquista por eventuais inimigos".


Por sua vez, o programa Calha Norte, iniciado no governo José Sarney, que previa um planejamento integrado para as terras ao norte dos rios Solimões e Amazonas, foi praticamente desativado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e é mantido em banho-maria pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma brigada muito especial

A Brigada e Operações Especiais merece todo o espaço da página 4. A matéria mostra porque Goiânia foi escolhida para sediá-la: "Se traçarmos um círculo no mapa do Brasil tendo Goiânia como centro, verificamos que, numa distância de mil quilômetros, teremos 116 milhões de habitantes, ou 62% da população brasileira. Geograficamente, nenhuma outra cidade do País é tão estratégica como Goiânia. Além disso, ela dista apenas 200 quilômetros da Capital da República e 50 quilômetros da principal base aérea da América do Sul. Um contingente militar nela sediado, para ser transportado rapidamente em direção a qualquer ponto do território nacional, teria aqui, à sua disposição, três aeroportos de médio e grande portes - Santa Genoveva, Base Aérea de Anápolis e Base Aérea de Brasília". A Brigada de Operações Especiais se prepara para, seis horas após a ordem, estar pronta para partir. Mais de 50% de seus equipamentos e materiais, todos de última geração, o que se usa de mais eficiente nas principais forças armadas do mundo, já se encontra em suas instalações. Tudo ali é preparado para "qualquer missão, em qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer maneira". Ela já mantém uma unidade na Amazônia e monta outra de defesa química, biológica e nuclear.
Na página 5, encontra-se a descrição do cerco já montado pelos norte-americanos, através de 20 bases, à Amazônia brasileira e como as Forças Armadas se antecipam, em treinamento constante, para agir a qualquer indício de agressão.

Um país está perdido no Brasil

Nas páginas 6 e 7, Ulisses Aesse entrevista o general da reserva Luciano Salgado Campos, que se especializada em assuntos da Amazônia e percorre o Brasil alertando para o perigo que corremos de perde-la. No ano passado, ele esteve em Goiânia, e falou à Federação das Indústrias do Estado de Goiás. "Na verdade, essas ONGs fazem um trabalho nefasto e pernicioso na Amazônia. A grande maioria delas, senão todas, de não-governamental só tem o nome" - afirma ele, que já completou 80 anos. Na capa final, Batista Custódio escreve a Lula: "Olho o futuro e vejo o país que está perdido no Brasil". E relaciona: "Os criminosos estão disfarçados nos turistas que mapeiam todas as incidências das riquezas naturais para a propaganda montada nos EUA sobre o descaso do Brasil com a Amazônia. A Amazônia está ocupada pela desordem dos salteadores internacionais. A Amazônia saqueada nas continentais reservas indígenas por beneméritos mafiosos infiltrados nas ONGs. A Amazônia necessita ser conquistada urgentemente e ocupada ordenadamente pela vontade patriótica do governo brasileiro". O editor geral do DM insiste em abrir os olhos do chefe da Nação: "A redivisão territorial do País é um imperativo do determinismo histórico do destino da Pátria. Acontecerá amanhã ou mais tardiamente. Mas acontecerá. Quando vai acontecer, não depende de dinheiro. Depende de vontade política". /

Se Perguntarem: QUANTOS SOIS VÓS? Respondereis: SOMOS UM SÓ.
(Ir.'.Weber Varrasquim)

Grupo e Portal Maçônico Internacional MESTRE-MAESTRO MAÇONARIA DO BRASIL:
PELA
SOBERANIA DE NOSSA PÁTRIA

 

   

Voltar para página inicial


Site melhor visualizado com a resolução: 800x600 Navegador: Internet Explorer 6.0 Telefone para contato (0xx65) 321-5555
Copyright © - Todos os direitos reservados por O Quinto Poder - 2003