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O DESGUARNECIMENTO TEMERÁRIO DO BRASIL
Hoje
mais do que o Desarmamento Temerário da Sociedade Brasileira
(Referendo de Outubro de 2005) é o DESGUARNECIMENTO TEMERÁRIO
do Brasil nesses últimos 21 anos, promovido por REVANCHISMO
pelos governos civis. E
se os EUA construírem uma base militar no Paraguai, sobre
o aqüífero Guarani? Em
1.969 quando o Major Jandir Verri, falecido oficial da Infantaria,
elaborou sua monografia "A BATALHA FINAL ENTRE O CAPITALISMO
E O COMUNISMO" para conclusão do seu curso da Escola
de Comando do Estado Maior do Exército - ECEME - Praia Vermelha
-RJ, tivemos oportunidade, já como Aspirante do Corpo da
Armada da Marinha de Guerra do Brasil, de empreender estudos sobre
a matemática militar. A Guerra Fria estava numa simetria
crescente: Bombas Atômicas, Silos de Mísseis, Submarinos
Nucleares, Satélites Espiões, Mísseis Intercontinentais,
Material Bélico Médio e Pesado, Porta Aviões
descomunais, Caças à Jato em Mach 1, 2 e 3 , altos
gastos com Forças Armadas e etc, num firme duelo de exibição
de poderio, após culminada a crise dos mísseis russos
em Cuba - 1.962, gerenciada na ocasião pelo então
Presidente americano J. F. Kennedy.
Vários
conceitos nos foram ressaltados e derivados do que se pode denominar
de "Células de Defesa" com sua produtividade operacional
e densidade militar agregada. Tais "células" estavam
vinculadas à demanda territorial de um país - sua
extensão territorial de fronteiras e costas marítimas,
estabelecendo correlação com a pronta mobilidade militar,
cobertura integral do território - ar, solo e mar - com equipamentos
de vigilância, detecção e interceptação,
suporte de artilharia e infantaria para defesa e ocupação
de espaços em frações de tempo exeqüíveis,
capacidade de barreira à entrada e invasão de forças
inimigas e etc. As "células" representam a menor
unidade de espaço territorial em que se pode "estacionar
ou mobilizar recursos de defesa". Seu valor padrão é
de 1 Km2 (hum quilômetro quadrado = 1000 metros x 1000 metros)
o que significa que o Brasil, por exemplo, tem 8,547 milhões
de "células" de 1 km2, por ter 8,547 milhões
de km2 de área territorial - O Espaço Vital e Patrimonial
do Povo Brasileiro - aqüífero Guarani, auto-suficiência
de petróleo, biodiversidade, florestas, costa marítima
gigantesca e pesca profícua, minas diversas e etc. Esse espaço
deve ficar guarnecido sob estrita vigilância ao custo mais
racional possível e de acordo com suas condições
sociais e econômicas, obedecendo a um plano geral - básico
- de defesa. Não se trata de apologia só à
Segurança Nacional, mas da DEFESA NACIONAL. Só mentecaptos
rejeitam a doutrina da Segurança Nacional, entreguistas LESA
PÁTRIA.
O
Major Jandir afirmava que as "Células de Defesa"
demonstrariam, em sua densidade militar agregada, se um país
era ou não bem guarnecido. Assim o Brasil é uma Megacélula
com 8,547 milhões de km2 ou o mesmo equivalente em "células".
A Densidade Demográfica de uma nação vem a
ser o "Número de Habitantes dividido pelo Valor da Extensão
Territorial - em km2" e nisso o Brasil apresenta cerca de 19,19
habitantes por km2. Essa densidade tem o mesmo significado conceitual
da densidade das "Células de Defesa" e é
uma espécie de concentração de pessoas na unidade
de área do país. E assim podemos avaliar a dimensão
de sua população e sua provável condição
dentro do seu espaço vital e o grau de sua qualidade de vida.
Elaboramos
uma coleta de dados relativos ao Brasil, Alemanha, Bélgica,
Espanha, EUA, França, Itália e Reino Unido, cujas
tabulações se acham em anexo, para fazermos uma análise
comparativa entre o Brasil e os países citados. Incluímos
no estudo o conceito de "toneladas anuais de aço produzidas
e estacionadas por km2", para demonstrar que nações
bem guarnecidas têm "forte siderurgia como indústria
estratégica de base", face ao aço tratar-se de
material fundamental à manutenção de uma indústria
bélica própria e nacionalmente independente.
Nossa
intenção não é a de fazer, também,
apologia em favor de um critério de defesa bem estruturado,
mas de demonstrar que o Brasil está no ponto maduro para
definição de um novo papel das forças armadas,
sem tratar o assunto como exclusivamente da área dos militares.
O assunto assume a dimensão nacional dentro do interesse
do seu cidadão e de fortes motivações econômicas
e sociais. As
nações bem guarnecidas têm alto padrão
social e renda per capita - IDH superior a 0,900 em maioria - e
apresentam um espaço vital em quase saturação,
com uma ocupação territorial sob densidades demográficas
na faixa de 100 a 300 habitantes por km2. O Espaço Vital
e Patrimonial do Povo, de tais nações, apresenta "Células
de Defesa" com elevadíssima concentração
de recursos militares de defesa.
Tomando-se
o efetivo total das forças armadas, dessas nações,
podemos extrair a densidade de Soldado por km2 e vemos que há
um padrão médio em vigor entre 0,90 e 1,80 de Soldados
por km2. O Brasil tem 0,03 Soldados por km2, revelando uma densidade
de 30 a 60 vezes menor da observada nos países no padrão
médio citado. Os EUA apresentam uma densidade de 0,22 Soldados
por km2, mas seu Gasto com Força Armada atinge o valor de
US$ 60 mil por Soldado - ano, revelando haver um gigantesco Arsenal
de Suporte para manter uma condição mínima
de defesa e ataque de seu aparato bélico em terra, ar e mar.
Por ser um país continental suas "Células de
Defesa" são de alta densidade militar e sua configuração
tem forte relação com suas prescrições
constitucionais de defesa dos seus interesses e dos de seus aliados
local e globalmente.
O
Gasto Médio com Forças Armadas se apresenta na ordem
de US$ 30 mil a US$ 60 mil por Soldado - ano, exceto para a Espanha
e Itália nas quais esse gasto fica em torno de US$ 10 mil
a US$ 17 mil por Soldado - ano. No Brasil o Gasto com Força
Armada apresenta o valor de US$ 7,5 mil por Soldado - ano, suportado
por um ínfimo Arsenal que contém 5.486 itens entre
83,7% do Exército, 2,5% da Marinha e 13,8% da Aeronáutica,
tendo ainda uma densidade de defesa de mais de 7 vezes menor, em
Soldado por km2, do que os EUA e com gasto de quase 10% daquele
praticado na América, por Soldado, sendo também um
país continental.
Uma
evidência se faz à condição de nação
continental temerariamente desguarnecida como o Brasil. Para termos
a densidade de defesa da França de 0,92 Soldados por km2,
por exemplo, com o efetivo que temos "hoje", o Brasil
deveria ser do tamanho pouco menor do que o da Itália e pouco
maior que o tamanho do Reino Unido - ou cerca de 278.707 km2 de
extensão territorial, ou do tamanho do Estado do Rio Grande
do Sul ou de São Paulo - cerca de 280.000 km2, significando
que, sem contar com o Arsenal de Suporte, nossa "Célula
de Defesa", equivaleria às forças armadas brasileiras
estarem todas "estacionadas" num daqueles estados e todo
o resto do país sem a mínima condição
de defesa ou de confrontar-se com uma força inimiga invasora.
Se
usarmos a referência dos EUA, com 0,22 Soldados por km2, teremos
que ter uma extensão territorial de 1.165.500 km2 para termos
a mesma proporcionalidade em "Células de Defesa"
quanto às dos EUA, ou equivalendo à extensão
aproximada do Estado do Pará - 1.253.164 km2. Nos 2 casos,
adotando-se os modelos dos EUA e da França, o Brasil para
ter o mesmo poder de defesa, sem levarmos em conta o Arsenal de
Suporte, teria que ser de 7,33 a 30,67 vezes menor territorialmente
do que atualmente. Ou reforçar seu efetivo das Forças
Armadas e de seu Arsenal de Suporte, conferindo a proporcionalidade
bélica de defesa existente naqueles países, aumentando
seu investimento em defesa, o que é impossível para
a situação econômica e social do país.
Outro
conceito que demonstra o temerário desguarnecimento nacional
é o da "cobertura de fronteiras" onde encontramos
um padrão mundial de 1,1 a 1,7 Soldados por 10 km de fronteira,
consistentemente observado pela defesa dos países desenvolvidos,
tomando-se todo o efetivo das Forças Armadas e dispondo-o
ao longo das fronteiras nacionais. O Brasil apresenta esse valor
em torno de 0,20 Soldados por 10 km de fronteira - ou somente 1
Soldado a cada 50 km de fronteira. Essa relação representa
a disposição militar em guarnecer às fronteiras
em momentos de emergência, concentrado ou espalhado ao longo
de um setor de defesa. É uma espécie de densidade
linear que caracteriza o poder de proteção em termos
de "cinturão ou barreira", onde uma vez rompida
não haverá efetivo de defesa em retaguarda, deixando
o invasor ou o inimigo penetrar território adentro - é
um conceito complementar ao da "Célula de Defesa".
Entre
a formulação de diversos conceitos complementares
ao da "Célula de Defesa" temos o da malha rodoviária
(não incluímos o da malha ferroviária, face
ao objetivo de apenas demonstrar a validade do conceito de "malha"
para permitir a mobilidade territorial das forças armadas
terrestres e a cobertura da força aérea). A malha
rodoviária tem a ver com o significado de mobilidade e presença
local das forças armadas terrestres e com o seu deslocamento
ao menor tempo possível, de modo confiável e capaz
de conferir poder de ocupação geográfica e
de sustentação de uma defesa quase que "corpo
a corpo" - Infantaria, Engenharia e Artilharia com apoio aéreo
e de suas Logísticas correspondentes.
A
mobilidade implica em "detectar rápido a presença
inimiga - sair rápido - deslocar rápido o efetivo
e o Arsenal de Suporte - ocupar rapidamente os setores de defesa
- fazer a confrontação de modo produtivo". Isso
requer a existência de uma malha que muito embora fosse planejada
para a fruição do sistema econômico do país,
fosse capaz de conceder possibilidades de deslocamentos multidirecionais
dentro da "Célula de Defesa" em km2. Seria a disposição
de "tantos km de rodovias por km2 de extensão territorial".
Um forte reforço ao conceito da "Célula de Defesa".
Se a mobilidade terrestre for restritiva por uma malha pobre, deverá
haver um forte apoio de vigilância, de defesa aérea
e de lançamento de militares pára-quedistas para o
bloqueio de curto prazo do agente invasor, antes da chegada das
unidades de ocupação e defesa local.
O
Brasil tem 0,18 km de rodovias por km2 ao passo que o padrão
médio revelado fica na faixa de 1,0 a 2,7 km de rodovias
por km2, para os países europeus do presente estudo. A França
um dos modelos de base tem 2,74 km de rodovias por km2 e os EUA
- país continental - tem 0,66 km de rodovias por km2. A célula
com 1 km2 - um quadrado com 1 km de lado - possui diagonal de 1,415
km ligando 2 pontos opostos de encontro dos lados do quadrado e
um perímetro de 4,0 km - ou características dimensionais
da célula.
A
França possui cerca de 2 vezes o valor de uma diagonal da
célula ou 69% do seu perímetro. Os EUA possuem cerca
de 0,5 vezes o valor da diagonal da célula ou 17% do seu
perímetro. Para o Brasil essas grandezas assumem cerca de
0,13 vezes o valor de uma diagonal da célula ou cerca de
5% do seu perímetro. Portanto a Força Armada Terrestre
do Brasil tem sua mobilidade dificultada por uma pobre malha rodoviária,
sendo mais rarefeita nas regiões de baixa atividade econômica
e mais concentrada na sua região Sudeste-Sul. Para o Brasil
atingir o padrão americano teria que multiplicar por 3,67
vezes a sua "atual malha rodoviária" e por 15,22
vezes para obter o padrão francês.
O
Arsenal de Suporte do Brasil está extremamente subdimensionado
para a sua extensão territorial. Se tomarmos em consideração
que para a vigilância e o patrulhamento de espaço aéreo
utilizando 1000 km2 como a "Megacélula" - o Brasil
tem 8.547 megacélulas - para o exercício aeronáutico
e que isso correspondesse à autonomia máxima de aeronaves
especializadas, agrupadas de acordo com seus recursos de interceptação,
patrulhamento e transporte e que para cada 4 (quatro) megacélula
tivéssemos uma aeronave, teríamos a necessidade de
pelo menos 2.135 aviões para compormos um bom sistema de
proteção aérea. Mas a aeronáutica brasileira
tem apenas 759 aviões ou cerca de 35% se adotada a premissa
de 4 (quatro) megacélula. O espaço aéreo total
do país é de 11.325.000 km2 - sendo 8.547.000 km2
de terra e 2.778.000 km2 de área marítima - dando
se apoio à Marinha do Brasil. E a Marinha tem apenas 136
navios em seu arsenal e que precisaria de pelo menos 2.778 navios
especializados se adotássemos a premissa de 1 (uma) megacélula,
para a cobertura naval de vigilância e patrulhamento de ilhas
e da extensão costeira brasileira usando o conceito de "Mar
das 200 Milhas".
O
Exército como a força de base terrestre tem 4.591
itens em seu arsenal e que pelo menos deveria ser 30,67 vezes superior
- ou cerca de 140.800 itens especializados - configurando uma guarnição
padrão equivalente à extensão do Estado do
Rio Grande do Sul ou de São Paulo - ou para um conjunto de
280 megacélulas.
A
Siderurgia e a Metalurgia como indústrias de base revelam
ser o conjunto de tecnologias de maior suporte à indústria
de armamento nos países europeus. O padrão médio
de "estacionamento anual de aço - tonelada - por km2"
tem concentração na faixa de 40 a 180 toneladas por
km2 e isso tem boa correlação com a "Célula
de Defesa". Os pólos metal-mecânicos são
os segmentos industriais de maior participação na
fabricação e na manutenção dos arsenais
bélicos, junto agora com a indústria eletrônica
e a mecatrônica. O Brasil estaciona cerca de 1,8 toneladas
de aço por km2 - ano, reforçando a completa ausência
de vocação industrial armamentista, revelando pouca
iniciativa para desenvolver seus recursos militares. A França
estaciona cerca de 42,6 toneladas de aço por km2 - ano. E
os EUA cerca de 10,8 toneladas de aço por km2 - ano.
Mas
uma Corrida Armamentista para o Brasil, com uma vexaminosa coleção
de problemas sociais e de administração pública
temerária, ficaria inviável face aos custos envolvidos.
Cada força armada - Exército, Marinha e Aeronáutica
- possui custos específicos de capacitação
de pessoal, de aquisição e de manutenção
dos itens bélicos de seus respectivos Arsenais de Suporte.
E para atingir a magnitude dos modelos usados - França ou
EUA - os governos em qualquer nível de escalão deveriam
se profissionalizar e implementar políticas públicas
voltadas para o desenvolvimento humano - IDH - fazendo um plano
de capacitação das forças armadas nos moldes
aqui demonstrados - Quem são e onde estão realmente
os nossos inimigos? Lembremos que as próximas guerras poderão
ser feitas para a posse da água - temos o aqüífero
Guarani e um dos maiores percentuais de água doce do mundo.
A
falta de divulgação desses conceitos relacionados
à "Célula de Defesa", ao longo das 2,5 últimas
décadas, fragilizaram a fixação cultural de
uma vocação belicista e cívico-militar na sociedade
brasileira (falta muito de patriotismo - diferente de nacionalismo),
fazendo-a menoscabar a servidão e a grandeza militar. Hoje
assistimos o sucateamento progressivo do "atual" arsenal
brasileiro, vimos o fechamento de indústrias bélicas
e de outras indústrias complementares, por diversas injunções
políticas, de lesa-pátria e de interesses econômicos
inconfessáveis, desdobrando-se num perigoso e temerário
desguarnecimento do território brasileiro.
Se
fizermos uma auditoria tecnológica e operacional, dentro
do nosso Arsenal de Suporte, iremos constatar que muitos dos itens
desse arsenal estão comprometidos em suas funções
críticas básicas e em grande parte dos armamentos,
das viaturas, aviões e navios encontraremos mais de 30 a
40% dos itens operacionais básicos com pendências de
manutenção, descalibrados, improvisados ou mesmo definitivamente
"fora de operação". Praticamente "Fora
de Combate" e incapazes de oferecer, em boa parcela, o poder
de guarnição que a riqueza natural, mineral e humana,
que a nação brasileira merece em face do seu altíssimo
valor local e global.
Mediante
isso o momento brasileiro deve ser de reflexão inspirada
no conceito de "Célula de Defesa" estendida conceitualmente
para "Células de Cooperação", ou
"Células de Proteção Ambiental",
ou "Células de Serviços" e etc.
Haverá
a necessidade do deslocamento do "Debate sobre o Novo Papel
das Forças Armadas" mediante ao esmorecimento do significado
nacional do velho papel das Forças Armadas e o empobrecimento
dos seus militares. Poderíamos aproveitar o momento do Referendo
do Desarmamento - Se um povo sem armas é um povo acuado,
imagine-se um povo sem Forças Armadas bem guarnecidas.
A
sociedade não poderá arcar com custos operacionais
e de pessoal na ordem dos US$ 10 mil a US$ 15 mil por Soldado-ano
para manutenção das suas Forças Armadas, por
tratar-se ainda de um gasto "limitado" deixando nossa
condição de defesa ainda aquém do mínimo
necessário, para a proteção e o guarnecimento
das fronteiras e riquezas nacionais. Ou temos Forças Armadas
para a garantia plena de nossa soberania ou deveremos ter "Forças
Equipadas para Serviços", ou podemos chamar de "Forças
de Serviços".
As
Forças Armadas poderão assumir uma nova missão
dentro do Estado Humanista do 3º milênio, voltado ao
desenvolvimento humano inspirado ideologicamente pelo COOPERATIVISMO.
Havendo
um arrefecimento de conflitos entre nações - em nossa
região geopolítica, mediante aos altos custos operacionais
de uma guerra e suas demandas sociais CONSEQÜENTES, o Estado
Brasileiro poderá adotar o estudo de viabilizar sua "estrutura
de serviços" com uma força capaz de, ao mesmo
tempo ser o lenitivo das chagas humanas, ser, também, o grande
"treinador" de jovens para o serviço do desenvolvimento
humano e da sobrevivência solidária.
As
Forças Armadas numa nova conotação de "Forças
de Serviços" poderão ser convocadas a participar
de um novo modelo de estado.
Sua
atuação, dentre outras, poderia ser nos setores de:
justiça, educação cívico-militar, ambiental,
social, saúde e defesa.
O
novo conceito de defesa poderá ser baseado em estratégia
de mobilidade, em vigilância territorial de costas e fronteira,
nucleação de milícias especializadas e instalação
de redes de varredura e interceptação em alerta, favorecendo
a proteção do patrimônio nacional e de seu povo,
a baixo custo operacional.
Devido
a isso o debate deve ser deslocado para um grande Fórum Nacional
mediante coordenação de um Conselho de Especialistas
e Cidadãos para delinear um plano urgente de soerguimento
da Defesa e das Forças Armadas Brasileiras. Após
isso acreditamos na viabilidade brasileira para o Conselho de Segurança
da ONU. E com Ministro da Defesa Militar ao invés de civis
leigos e disfuncionais.
Colaboração:Lewron
Burity Verri
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